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[:pb]Quantas vezes você já “quebrou a cara” – para usar um jargão bem popular do meio – baixando um arquivo para impressão do thingiverse.com ou ainda do pinshape.com incompleto ou com a malha defeituosa na hora de imprimir em 3D? Aos não [muito] familiarizados, pode parecer que qualquer “arquivo 3D” já basta para uma boa impressão. Mas a realidade não é bem assim. “Muitas vezes, a modelagem é voltada para um trabalho de animação, e por isso pode não funcionar para a impressão 3D”, explica Tiago Soncini, sócio da 3dFactory, empresa especializada em modelagem e impressão 3D.

3dfactory
Tiago dividiu a apresentação com Bob Sampaio, co-fundador da 3dFactory, que mostrou alguns projetos impressos com “suporte zero” durante o Expo3DBR, encontro de entusiastas da impressão 3D que aconteceu em maio em São Bernardo do Campo. Um desses projetos era um personagem “Sonic”, do videogame da Sega, criado totalmente sem suporte de impressão – um trabalho que, sem uma técnica de modelagem por partes, exigiria muito desperdício de material, além de um meticuloso trabalho posterior de remoção do suporte da peça. “Talvez montar seja mais prazeroso que remover todo esse suporte depois”, observa Bob.


A maior preocupação dos empreendedores é “pensar a modelagem para a impressão 3D”. Para isso, muitos projetos são modelados em partes e montados após a impressão, peça a peça, muitas delas bastante funcionais, justamente por serem removíveis. Quer saber como eles conseguem imprimir em várias cores usando um só extrusor e uma impressora 3D FDM? Saca o play:

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